Evitar crises: As medições diárias
permitem acompanhar o que está acontecendo com o paciente. O paciente
nem sempre percebe que uma crise se aproxima. Desta forma, é possível
evitar hospitalizações, doses emergenciais ou mesmo conseqüências
mais graves (embora raros, há casos registrados de morte por crise
de asma).
Economia: Como o PFM é um instrumento que impõe
disciplina, é provável que promova uma maior adesão
do paciente ao tratamento prescrito. Além disso, a informação
inequívoca, registrada ao longo de algumas semanas, é um
parâmetro objetivo, com o qual o médico pode optar por uma
redução das doses, sem receio. Evitar hospitalizações
é outra forma de economia, sem dúvida, a mais significativa
delas.
Eficácia da Comunicação Médico-Paciente:
A partir das anotações contidas na tabela do paciente, os
relatos do paciente do que aconteceu durante o período entre consultas
tornam-se mais lógicos e úteis, pois passam a ser um complemento
e não o todo do que o médico dispõe para tomar decisões
vitais para o tratamento. A comunicação torna-se mais objetiva,
as consultas mais rápidas e menos traumáticas.
Dependendo da severidade de cada caso e até da
conveniência de ambas as partes, as consultas podem tornar-se menos
freqüentes, desde que o gráfico seja enviado ao médico
para análise.
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